Ficha - Knight of Candles

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Ficha - Knight of Candles

Mensagem por Saber em Seg 17 Abr 2017, 15:35



"Alkarn

Nome completo /////////////Sir Alkarn
Origem /////////////Mitologia Arturiana
Nacionalidade ///////////// Bretanha
Sexualidade /////////////Masculino. Heterossexual
Classe /////////////
Saber
(Classes compatíveis: Lancer
Archer
Rider
Berserker
Avenger)

Raridade /////////////0*
Título /////////////
Cavaleiro da Traição (auto-concedido)
Ignatius
O Esquecido
Cavaleiro da Esperança (anteriormente)
O Décimo Terceiro
Cavaleiro das Velas
Segunda Vinda de Lancelot
O Angustiado



"

PERSONALIDADE



[NEUTRAL GOOD] - Alkarn é um cavaleiro como se pode esperar de um membro da Távola Redonda. Mas ele não é um estereótipo, como Lancelot em seus dias de glória ou Gawain (aliás, saber que Gawain é chamado de "Cavaleiro Perfeito" mesmo depois de ter dormido com Guinevreve, bêbado, em uma taverna é algo que foge à  sua compreensão). Ele é algo mais profundo: sendo mais formal, seco, irônico e possivelmente o mais brutal dos cavaleiros, O Esquecido é uma entidade única. Ele diz abertamente que tomou para si o título de "Cavaleiro da Traição" para aliviar a carga de Mordred, que recebeu tal quando estava na verdade reclamando para si o trono que lhe era de direito. Ele se irrita profundamente com a teimosia de Artoria em não aceitar Mordred por ser quem ela é e caso esse assunto venha à tona (este ou caso alguém indique Mordred como uma traidora), Alkarn, em suas palavras, dará dois avisos: no primeiro, ele corta a língua; no segundo, ele corta o maxilar; na terceira vez, a punição é a morte.
Quanto à Batalha de Camlann, de acordo com ele, "excessos foram cometidos dos dois lados". No fim, tudo era apenas uma imensa massa de corpos de pessoas que não sabiam pelo que exatamente estavam lutando e todo o senso de "nós contra eles" foi apagado, por causa da carnificina. Outro testemunho de seu ódio contra a teimosia de Arturia está aí: antes que ambas se matassem, Mordred tentou conversar com ela e convencê-la que continuar lutando não fazia mais sentido, agora que tudo fora destruído. Ainda assim, Artoria não parou a batalha. Alkarn odeia isso, afinal se ela vivesse, seria apenas o rei de uma terra devastada por si só. Nem seu suicídio poderia remir o seu crime cometido por um orgulho vazio e teimosia extrema. "Eu não odeio Artoria... Odeio quem ela se tornou antes daquela batalha na colina".

No fundo, Alkarn é realmente o "Cavaleiro das Velas": ele era apenas uma vela apagada, mas Arthuria acendeu a sua chama ao lhe transformar num cavaleiro; a sua chama quase se apagou, mas o breve reinado de Mordred em Camelot reacendeu a sua chama. Daí seu título, Knight of Candles: Alkarn é uma grande vela solitária... cuja chama está mais uma vez perto de se apagar.

HISTÓRIA


 Alkarn foi um dos Cavaleiros da Távola Redonda na época de Artoria Pendragon. Por mais que ele tenha sido apagado da história pelos sobreviventes da batalha de Camlann, ainda assim Alkarn era visto por seus iguais e inferiores como um grande herói e, se ele não fosse esquecido por todos exceto pelos poucos que puderam voltar à Camelot, talvez a sua fama fosse igual à de Artoria, por ter sido o único cavaleiro que realmente se opôs a ela e lutou pelo direito de Mordred assumir o trono na batalha de Camlann.

 Pode-se dizer que ele é um caso à parte: Quando a Távola tinha ainda poucos membros, Alkarn ainda era um jovem garoto e conseguiu ser recrutado. Como? Certa vez, um soldado estava abusando de um pobre comerciante. Ele, que então era um órfão que não tinha nem um nome para chamar de seu, pegou a primeira coisa que viu no chão, que só depois viu ser um pedaço de osso, e tentou parar o soldado. Naturalmente ele tomou uma surra mas a cena foi testemunhada por alguém... pelo Rei de Camelot, Arthuria Pendragon. Ao ver um pobre garoto se erguer por alguém ainda menor que ele por um poderoso... A cena tocou o coração dela, que tomou duas medidas: exonerou  o soldado que cometia o tal abuso; e deu um título de cavaleiro ao jovem e recebeu-o em seu castelo como seu protegido, onde começou a treiná-lo na arte da cavalaria.

 Depois do primeiro dia, Arthuria o apresentou aos primeiros cavaleiros da Távola: Bedivere (que ainda tinha seu braço direito), Percival, Palamedes e... Lancelot. O ideal de perfeição dos Cavaleiros. E então o jovem, diante do ideal de perfeição de Camelot, ouviu alguém perguntar o seu nome. A pergunta tomou-o de surpresa. Ele nunca teve nada para chamar de seu, nem mesmo um nome. A falta de resposta dele mostrou aos presentes a realidade: ele era apenas mais um dentre vários. E assim vários dias se passaram, até que Merlin viu o nome que deveria ser dado a ele: Alkarn. E é aí que a história começa.
-x-
 Alkarn passou a sua vida inteira servindo a Távola. Ele viu o recrutamento de vários dos mais famosos cavaleiros: Bors, Lionel, Gawain... Ele tinha boas relações com todos os cavaleiros, mas ainda assim era um tanto quanto isolado. Num certo dia, ele encontrou um cavaleiro em armadura completa lutando de modo estranho: enquanto normalmente o estilo de luta dos cavaleiros era disciplinado e organizado, este usava socos e pontapés. Era como observar um animal lutando. Aquele estranho cavaleiro o deixou curioso. Não sabia o seu nome, não sabia de onde vinha, mas se sentiu... atraído. E ao observar a sua ferocidade, viu que só haveria um idioma que ele compreenderia. Sorrindo, ele sacou a sua espada e pulou na arena.

 Foi um bom duelo. Alkarn conseguiu derrotar o cavaleiro mascarado, que recusou a sua ajuda para levantar num impulso de orgulho. Mas ao tentar se levantar sozinho, ele caiu novamente no chão e então aceitou a ajuda de Alkarn para levantar-se. Então ele perguntou como o cavaleiro se chamava, e este respondeu "Mordred".

 Mais tarde, Artoria convocou a Távola para fazer um importante comunicado: pelo visto, haveria um novo membro entre eles. E quando todos estavam reunidos ao redor da mesa, eis que apareceu o cavaleiro que Alkarn derrotava antes. Mordred. Ele mordeu o lábio para não deixar um sorriso escapar. "O que é tão engraçado?", Mordred perguntou, com raiva. "Nada", ele respondeu, ainda com o ar de riso, "Só acho que dias interessantes estão por vir".

 Apesar dos apesares, Mordred e Alkarn se tornaram amigos. Ele adorava Mordred: sua mordacidade, sua grande autoconfiança, o jeito engraçado que sua voz ficava quando estava com raiva (parecia até uma mulher)... Ele amava tudo isso. Certa vez, Mordred fora enviado sozinho a uma missão: ele não sabia os detalhes, mas apenas um cavaleiro fora enviado e o rei achara por bem mostrar que confiava no mais novo membro da Távola. Por mais que ele soubesse que Mordred era habilidoso o suficiente para lidar com qualquer problema, o cavaleiro não pôde deixar de se preocupar com a sua segurança. A sua inquietação era incomum: afinal era comum os outros membros da Távola saírem em missões e ele continuar com a calma característica. Então por que...? Uma luz explodiu em sua mente. Era claro. Era tão simples. Como ele foi tão tolo em não perceber isso antes?

 "Mordred... eu te amo."

-x-

 Como esperado, a missão fora um sucesso. Porém Mordred mudara: evitava contato com os outros cavaleiros e, embora desempenhasse os seus deveres como normalmente, havia algo de estranho. Uma espécie de alegria estranha, arrogância e... insegurança? Isso preocupou Alkarn. Por que Mordred estaria assim? Ambos mal podiam conversar: antes, enquanto os dois passavam quase todo o tempo livre juntos, Mordred começou a evitá-lo. Ele não poderia perguntar-lhe o que se passava, mas em breve poderia. Artoria precisou viajar a fim de atender a uma campanha militar em Roma e deixou Mordred e Alkarn em Camelot, levando os demais cavaleiros consigo.

 Mordred revelou-se um gênio no poder: mal se podia notar que Camelot estava em guerra, haja visto a prosperidade do povo. O cavaleiro quase se perguntou se na verdade aquela não seria uma forma da ilha de Avalon, onde descansam os espíritos dos heróis. Mas não: era a mesma Camelot onde nascera, se criara e agora defendia. Artoria jamais poderia conseguir tal feito.

 Então, um dia, Mordred chamou-lhe e disse que lhe revelaria algo importante. Nem mesmo como regente, ele tirava a máscara e a armadura. O que poderia ser? Curioso, o cavaleiro foi à sala do trono, onde Mordred estava sentado, inquieto. Sem uma palavra, ele retirou o elmo de sua armadura... e revelou que era uma mulher. Uma linda mulher. "Mordred... Mas como... por quê?" então ele... ela virou a cabeça de lado e cruzou os braços como uma criança mimada "Revele isto a alguém mais e eu te matarei". Ante a ameaça infantil, ele deu uma risada: "Como desejar... meu Rei".

 Com o tempo, Mordred passou a ser como a única apta a assumir o poder assim que Artoria morresse. Raios, ela era melhor estadista, melhor governante... e Alkarn reconhecia isso. Ele apoiava Mordred e juramentou a sua espada a ela, tornando-se seu vassalo. O ritual para definir a suserania foi engraçado: no momento de selar o contrato com o beijo, ambos coraram violentamente, haja visto que nenhum havia beijado antes e precisaram de três tentativas para "acertarem". Esse breve período foi o mais feliz da vida dele. Mas esses dias pacíficos estavam prestes a acabar...

 Quando Artoria voltou, Camelot entrou numa guerra civil. De um lado, Artoria e seus cavaleiros e a Távola Redonda... ou quase isso; do outro, Mordred e Alkarn e o povo que preferia a paz de Mordred às guerras de Artoria. Excessos foram cometidos pelos dois lados na guerra: no fim, o que restava era uma gigantesca pilha de corpos, onde homens apenas se matavam sem saber quem era amigo ou inimigo, matavam apenas para serem mortos pelo seguinte e assim em diante. Era enloquecedor. Alkarn passava pelas tropas de Artoria tão facilmente com a sua espada, Chaorgrenant, como uma criança com um graveto pela mata alta: ele chegou perto de matar o Rei dos Cavaleiros, mas então uma luz o envolveu. Era o Graal. Ele foi absorvido pelo Graal ainda vivo e enviado à Moon Cell, para ser completamente apagado da memória de Deus e dos homens. Mas a sua vontade de viver era maior que tudo. Tanto que ele aguentou o que fora enviado a ele ao ponto onde o Graal desistiu e transformou-o num Servo. Agora ele foi invocado na nova Guerra como um Servo da Classe Saber e então ele vai poder realizar o seu desejo, um que nutriu enquanto esteve na Moon Cell, sobrevivendo aos assaltos do Graal.

 Voltar à batalha de Camlann e matar Artoria Pendragon.


ATRIBUTOS


4*

Força: 51 + 10 = 61 (EX)
Resistência: 41 + 15 = 56 (A+)
Agilidade: 41 + 10 = 51 (A)
Mana: 31 + 20 = 51 (A)
Sorte: 21 + 35 = 56 (A+)




@DFRABELO
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Re: Ficha - Knight of Candles

Mensagem por Lancer em Seg 17 Abr 2017, 16:30

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